Playlist pro meu pai

Queria fazer uma playlist pro aniversário do meu pai (que é hoje), mas é difícil surpreender porque ele deve ser o maior ouvinte das listas que eu faço – gravei algumas em CD e, desde então, viraram trilha sonora de quando ele tá dirigindo. Então, escolhi 15 músicas que ele gosta só de pretexto pra falar sobre ele.

Essa coisa de gostar de montar listas de músicas nasceu com o meu pai. Não tive o Meu Primeiro Gradiente, mas um “meu primeiro Sharp”: um 3 em 1 que ele me deu num Natal, quando eu tinha cinco anos. E, logo que ganhei, gravei uma fita pra ele com músicas do programa “O Samba Pede Passagem”, da Rádio USP. Ele gostou, mas falou que eu não devia gravar todas que tocassem no programa, só as boas. 😌

Meu pai é uma unanimidade, não conheço quem não goste – e se essa pessoa existir, tá errada. É um exemplo de vida na honestidade, na valorização da amizade, na disponibilidade pra ajudar quem quer que precise e em tantas outras coisas que não tem nem como escrever aqui.

As playlists são um exemplo bem besta de como o meu pai me influenciou e influencia – e também não tem textão que dê conta de falar tudo. Nem pra agradecer todo o apoio, presença, força etc. etc. etc. Nem pra expressar o tamanho da admiração e do orgulho que eu tenho!

O que tem?
Martinho da Vila – Casa de Bamba (1969)
Secos & Molhados – O Vira (1973)
Raul Seixas – Gita (1974)
Gonzaguinha – O Que é, o Que é (1982)
Bezerra da Silva – Produto do Morro (1983)
Martinho da Vila – Na Aba (1984)
Benito di Paula – Retalhos de Cetim (1973)
Roberto Ribeiro – Vazio (Está Faltando Uma Coisa em Mim) (1979)
Renato e Seus Blue Caps – Meu Bem Não Me Quer (My Baby Don’t Care) (1966)
Roberto Carlos – Eu Sou Terrível (1967)
Martinho da Vila – Renascer das Cinzas (1974)
Leci Brandão – Isso é Fundo de Quintal (1985)
Agepê – Moro Onde Não Mora Ninguém (1975)
Os Mutantes – Rua Augusta (1972)
Raul Seixas – Metamorfose Ambulante (1973)

Toca aqui:

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