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Vintage summer

Vintage summer

A lista de hoje é uma seleção que eu só descobri que nunca tinha feito nesses dias, quando me peguei ouvindo várias das músicas que estão aqui na sequência.

São 22 músicas familiares pra gente de várias idades não só porque são antigas, mas porque atravessaram várias camadas de nostalgia ao longo do tempo.

Nos anos 80, muita coisa dos 60 voltou como referência. Nos 2000, a saudade era dos 80. Agora, nos anos 20, já tem revival dos 2000. Essas músicas passaram por todas essas revisitas e acabaram ficando, até porque há anos aparecem em trilhas de filmes, séries de época, comerciais, regravações… Às vezes a gente nem sabe de onde conhece, mas conhece.

O Lado A é direto: surf, girl groups, refrões marcantes, um verão meio idealizado. O Lado B mantém a mesma ideia, só que muda um pouco o clima: fica mais calmo, mais romântico, mais com cara de fim de tarde.

É uma fita óbvia. Eu só não tinha feito ainda. 🙂

Reprise de Beach Boys

Vintage summer - Lado A
Vintage summer - Lado B

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Todo carnaval

Todo carnaval

Tenho tantas playlists com músicas que tocam, tocavam ou que poderiam tocar no carnaval que elas formam uma coleção – das que eu mais acesso.

Pra esse carnaval, pensei em incrementar essa coleção falando, no melhor sentido, sobre repetição: músicas que sempre tocam no meu carnaval e que continuam sendo bem-vindas.

Meu carnaval é, essencialmente, de rua, na região central de São Paulo, em blocos não gigantescos. Mas tenho certeza de que “êêêê faraó” e “eta, eta, eta, é a lua, é o sol, é a luz de Tieta” se enquadram nessa categoria de “sempre bem-vindas” pra muito mais gente.

O Lado A traz essas duas na sequência, além de outros clássicos baianos, dá uma passada pelo frevo e fecha com “Vou Festejar”, que nem é especialmente carnavalesca, mas tem aquele refrão que todo mundo canta junto.

O Lado B é mais despretensioso e fecha com uma sequência de dancinhas dos anos 90 que não aparecem juntas em nenhuma das outras playlists de carnaval daqui – e que sempre funcionam.

Se eu fosse você, salvava pra repetir em outros carnavais. Ou em qualquer outro dia.

Todo carnaval - Lado A
Todo carnaval - Lado B

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Toca fitas nos 4 anos da Casa Lúpulo

Toca fitas nos 4 anos da Casa Lúpulo

Na segunda-feira passada, 2 de fevereiro, a Casa Lúpulo completou 4 anos.

Foram quatro dias de festa, entre sexta e segunda, com comida diferente, bandas ao vivo com repertórios que talvez não fossem tão conectados com o que a gente gosta e toca no bar se tivessem um roteiro prévio, e até bolo na segunda-feira.

Como esquenta para as bandas do final de semana, discotequei por lá no sábado e no domingo. As duas primeiras horas desse set são do sábado (31/01), e a última do domingo, dia 01/02.

No sábado pensei numa seleção de samba, soul e samba rock, mais voltada para conversa e permanência. No domingo, a partir de “Lá Vem o Brasil Descendo a Ladeira”, o set foi ficando mais carnavalesco, mas sempre filtrado pela identidade da Casa Lúpulo.

Pra quem me conhece e/ou conhece a minha família há mais tempo, sabe que a ideia de ter um bar no centro da cidade era um sonho antigo. Quatro anos desde 2022 dá pra dizer que é um sonho bem realizado.

Conseguimos ter um bar com cara de casa, com a cara da minha família, com uma energia leve, de convivência. Conhecemos gente querida, trouxemos mais pessoas pra (re)conhecerem o bairro e, principalmente, construímos o tipo de ambiente que nos faria bem como clientes, independentemente se conhecêssemos ou não quem está atrás do balcão.

Se você não esteve por lá nesses dias, ou se quiser ouvir de novo, tá aqui.

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Toca fitas na Casa Lúpulo – Outubro Lúcido 2025

Toca fitas na Casa Lúpulo - Outubro Lúcido 2025

Mais um janeiro termina e eu com set meu do ano passado na Casa Lúpulo sem postar aqui!

Esse é de 16 de outubro do ano passado, quando, a convite da Cervejaria Luci a gente recebeu a Off The Pace para o Outubro Lúcido, experiência que combinava corrida, conexões e um after sem álcool para não atrapalhar o treino do dia seguinte (pra quem é focado), reforçando que vida noturna e vida saudável não são antagonistas.

Fiz um set com duas horas de brasilidades pra receber o pessoal que voltava da corrida. Que eu compartilho (só) hoje.

E compartilho com um motivo especial: estamos na comemoração de quatros anos da Casa Lúpulo, e neste final de semana (31/01 e 01/02) estarei discotecando por lá, no final de tarde. No sábado uma seleção focada em samba rock, samba e clássicos da MPB, de esquenta para o show da Amanda Marcato Trio, e no domingo com um set mais carnavalesco, antes do Samba D’Água Doce.

Entrada grátis, num bar de clima singular – sei que sou suspeito pra dizer, mas é verdade – e no coração de São Paulo.

Reforço o convite até pela minha demora (eventual) de repostar aqui os meus sets de lá. Sem contar que, ao vivo, a gente ainda pode tomar um chope junto.

A Casa Lúpulo fica na Major Sertório, 282, Vila Buarque.

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Suco de tangerina

Suco de tangerina

A playlist de hoje circula com leveza entre pista, rádio e memória, passando por acid jazz, house, big beat, britpop e hip hop. É música feita pra dançar, mas sem clima excessivamente noturno.

A maior parte do repertório vem desse caldo dos anos 90 e início dos 2000, quando pop, dance e indie se misturavam sem muita preocupação com rótulo.

O Lado A funciona quase como um aquecimento. Começa no “groovy, groovy, jazzy, funky”, passeia por esse mix de batidas que ora puxa mais pro rádio, ora pra pista, e fecha numa dobradinha que afirma o conceito:  “Would You…?” pergunta e os Soup Dragons respondem: “I’m Free”.

Já o Lado B explora mais a pista, desenhando um caminho crescente de batidas até “Superstylin’” e decrescente até “Connected”, antes de fechar com a faixa que dá nome à lista.

No fim, é isso: uma hora de música que não pesa, não explica demais e não pede mais do que disposição pra apertar o play.

Reprises de Stereo MC’s e Moloko.

Suco de tangerina - Lado A
Suco de tangerina - Lado B

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