Tá em São Paulo e não sabe ainda o que fazer na tarde deste sábado, 30/09? Vem me ver na Casa Lúpulo.
Preparei uma seleção musical bem brasileira e bem solar pra celebrar o dia de Cosme e Damião, que foi nessa semana. É música pra celebrar a alegria, pra atrair saúde e pra saudar a Primavera. Mas, mais do que isso, é música boa pra combinar com uma cerveja boa na Vila Buarque, esse espaço tão afetivo do centro de São Paulo.
Ah, também é música que você pode escolher. Afinal de contas, é uma playlist ao vivo.
A Casa Lúpulo fica na Rua Major Sertório, 282. Estarei lá a partir das 16h.
O Toca fitas tá de cara nova, mas também de formato novo. A partir de agora, as playlists vão lembrar mais uma fita k-7 tanto na capa quanto na duração.
Quem tem certa idade deve lembrar que as fitas virgens, usadas pra gravação, eram vendidas geralmente com três opções de duração: 46, 60 ou 90 minutos.
As novas playlists vão passar a ter essas opções de duração principalmente pra que fique mais fácil de ouvir do começo ao fim. Mas também facilita pra brincar mais com temas malucos e/ou muito específicos sem criar listas tão grandes que até eu mesmo esqueço de ouvir.
Os sets de eventos específicos e as playlists que eu faço pra tocar na Casa Lúpulo v˜ão continuar na duração anterior, mas as listas feitas especificamente para o Toca fitas, que vão voltar, voltam nesse novo formato.
Mas tem mais coisas a vir por aí. Não vou prometer nada porque, quem me acompanha, sabe que isso aqui é um trabalho individual que só funciona quando tem vontade.
A vontade, agora, era de deixar o site mais bonito. Acredito que ficou.
Semana passada fiz uma playlist ao vivo na Casa Lúpulo, como hei de fazer um sábado por mês a partir de agora.
Fui montando uma seleção de clássicos da brasileira solar e, aproveitando a sugestão do @aoleucomleo_ no Instagram, salvei tudo o que eu colocava pra tocar numa playlist, que acabou sendo tocada pelo resto da semana no bar.
Hoje trago essa playlist aqui nessa pré-pré-volta às postagens regulares. Como são 100 músicas, deixo aquela página extra com a lista completa e os links aqui, pra você tocar na Deezer ou no Spotify.
Aproveito pra adiantar que a volta às postagens regulares tá chegando com mudanças no formato das playlists, na cara do site e, aos poucos, com novos conteúdos. Mas em agosto também estarei por aqui. Então, apareça.
E, se você estiver em São Paulo, apareça algum dia na Casa Lúpulo inclusive pra contribuir com playlists futuras!
Prometo que juro que volto logo logo a postar com regularidade por aqui.
Mas, enquanto não volto, vem escutar música boa comigo na Casa Lúpulo? Estarei por lá neste sábado, 22/07/2023, a partir das 15h tocando um monte de gente que sempre amei tocar por aqui.
A Casa Lúpulo fica na Rua Major Sertório, 282, na Vila Buarque, centro de São Paulo. E, pra acompanhar, ainda tem comida vietnamita com os vizinhos do Bia Hoi.
Queria dizer alguma coisa sem dizer o óbvio. Mas é difícil não ser óbvio.
Rita Lee está naquela lista de pessoas que eu já imaginava que, quando partisse, ficaria triste como se tivesse partido alguém com quem eu tivesse contato pessoal, mesmo sem nunca ter tido. Porque, além de tudo, ela é – não vou usar o passado – uma daquelas pessoas que a gente gosta de gostar, gosta de saber que tá bem… Gosta.
Assim como ela, acho cafona o título de “rainha do rock brasileiro”, mas gosto do “padroeira da liberdade”. A obra sempre foi além do rock e ela sempre foi além da própria obra.
Pra não correr o risco de ser óbvio, quero só reproduzir aqui dois textos que li hoje no Instagram.
O primeiro é do Rodrigo Faour, pesquisador especializado em música popular brasileira, jornalista, crítico e produtor musical. Ele resume um pouco dessa importância da Rita Lee como artista e como pessoa pública.
Rita é eterna e atemporal. O mundo fica mais triste porque a gente não quer perder pessoas que expressam de forma tão singular o nosso melhor. Mas que bom ter vivido pra conhecer gente assim!
P.S.: juntei algumas das minhas músicas preferidas numa playlist:
Coisas da Vida (1976)
Cartão Postal (1975)
Meio-Fio (ao vivo) (2004)
Dançar Pra Não Dançar (1975)
Lança Perfume (1980)
Bem-Me-Quer (1980)
Mutante (1981)
Saúde (1981)
Jardins da Babilônia (1979)
Bruxa Amarela (1976)
Menino Bonito (1974)
Panis et Circenses – com Os Mutantes (1968)
Ovelha Negra (1975)
Modinha (1979)
Orra Meu (1980)