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De volta pra Casa

De volta pra Casa

No ano passado, quando a minha mãe voltou da primeira internação, a gente deu uma festa pra ela na Casa Lúpulo. E fez essa playlist.

Praticamente todas as letras são de alegria, otimismo e declarações de amor, mas, olhando hoje, ficam mais evidentes aquelas que também falavam de saudade, da falta que ela fez enquanto esteve fora e até de medo do futuro.

Com tanta playlist aqui, digo hoje que está é a minha preferida porque foi uma homenagem em vida pra ela. Sou muito feliz de lembrar que ela sempre soube o quanto é amada.

E “A Casa é Sua”, que tá na playlist, também virou uma das minhas músicas favoritas.

Dia 18 de abril é aniversário dela e a gente vai tocar essa seleção de novo no bar. Afinal de contas, a casa continua sendo e sempre vai ser dela.

O que toca?

Novos Baianos – Sorrir e Cantar Como Bahia (1973)
Wilson Simonal – Zazueira (1968)
Jorge Ben Jor, Trio Mocotó – Oba, Lá Vem Ela (1970)
Elza Soares – Hoje é Dia de Festa (2002)
The Monkees – I’m a Believer (1967)
Arnaldo Antunes – A Casa é Sua (2009)
Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho – Ai Que Saudade D’Ocê (1997)
Gilberto Gil – Qui Nem Jiló (1999)
Tom Zé – Vai (Menina Amanhã de Manhã) (1976)
Gal Costa – A Coisa Mais Linda Que Existe (1969)

The Archies – Sugar Sugar (1969)
Rodrigo Amarante – Maná (2014)
Sivuca – Ain’t No Sunshine (1972)
Simone – Tô Voltando (1979)
Moreno Veloso – Um Passo a Frente (2014)
Roberto Carlos – Eu Te Darei o Céu (1966)
Queen – Crazy Little Thing Called Love (1980)
Teresa Cristina, Grupo Semente – Nem Ouro, Nem Prata (2007)
Maria Bethânia, Caetano Veloso, Gilberto Gil – Alguém Me Avisou (1980)
Cartola – Corra e Olhe o Céu (1974)

Moraes Moreira – Pombo Correio (Double Morse) (1977)
The Beatles – Hello, Goodbye (1967)
Rita Lee – Bruxa Amarela (1976)
Fatboy Slim – Praise You (1998)
Los Hermanos – Além do Que Se Vê (2003)
The Smashing Pumpkins – Tonight, Tonight (1995)
R.E.M. – Shiny Happy People (1991)
Marisa Monte, Novos Baianos – A Menina Dança (ao vivo) (1996)
Caetano Veloso – Irene (1969)
Elis Regina – Velha Roupa Colorida (1976)

Caetano Veloso, Gilberto Gil – Boas Vindas (1991)
The Beatles – In My Life (1965)
Simone – O Amanhã (1983)
Lucas Santtana – Amor em Jacumã (2011)
Mateus Aleluia, Thiago França, Pastoras do Rosário – Canta Sabiá (2020)
Pato Fu – Coração Tranquilo (Houve Uma Vez Dois Verões) (2002/2022)
Gal Costa – Barato Total (1974)
Jorge Ben Jor – Santa Clara Clareou (1981)
Living Colour – Solace of You (1990)
Caetano Veloso – É Hoje (1983)

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Potência do sempre

Potência do sempre

Desde o dia 25/03, a minha família tem se despedido da presença física de quem sempre foi um dos nossos alicerces de amor: minha mãe. 

Minha mãe foi e é potência do sempre. Da presença, do carinho, do acolhimento, do abraço. Uma pessoa genuinamente boa, carismática, fratena, forte. A melhor contadora de histórias que eu já conheci, assim como a melhor mãe e esposa que alguém poderia ter.

Tive a dádiva de uma das pessoas mais encantadoras do mundo ter me escolhido – de alguma forma – como filho e de ter recebido dela tanto cuidado e tanto amor por quase 42 anos.

Pensei em escrever algum texto, mas gravei um vídeo, mesmo me achando mais inábil em video – e não gostando tanto do resultado.

Algumas músicas dessa playlist foram tocadas na despedida que fizemos na Casa Lúpulo. Todas são mais uma homenagem e declaração de reciprocidade desse amor. 

Potência do sempre - Lado A
Potência do sempre - Lado B

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Toca fitas na Casa Lúpulo – 31/10/2023

Toca fitas na Casa Lúpulo - 31/10/2023

Terça agora, 31/10, foi dia das bruxas e lançamento da primeira cerveja da Casa Lúpulo, Magia Astral, uma sour com abóbora e especiarias, em parceria com a Cervejaria Satélite, e a Juliana me chamou pra tocar na festa, temática de Halloween, com distribuição de doces e desconto pra quem viesse fantasiado.

Dessa vez, não fiz uma playlist 100% ao vivo. Escolhi parte das músicas porque queria uma seleção que fosse não óbvia, diversa, divertida e compatível com o público e com a cara do bar. Outras deixei pra escolher conforme o clima da festa.

E o clima, foi ótimo. Teve crianças, cachorros, adultos fantasiados e contribuições pra lista. Aliás, não é porque a minha família tá lá todo dia, mas o clima da Casa Lúpulo é sempre ótimo. Se você não conhece, precisa conhecer: fica na Rua Major Sertório, 282, na Vila Buarque – microbairro no centro de São Paulo que não canso de dizer, vale a pena conhecer por si só.

Foram mais de três horas de música. A lista está naquela página à parte, pra não zoar a rolagem. Para conferir, clique aqui.

Toca aqui:

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Toca fitas na Casa Lúpulo – 07/10/2023

Toca fitas na Casa Lúpulo - 07/10/2023

Falei que vou começar a postar playlists novas e menores, e estou atrasado, mas ainda não vai ser hoje.

A lista de hoje é mais uma feita ao vivo na Casa Lúpulo, dessa vez no último dia 07, na festa de aniversário da Re Gentile.

O dia estava chuvoso – por isso as primeiras músicas, quando o pessoal ainda estava chegando, falam de chuva – mas isso não impediu do bar lotar e da festa ser uma delícia.

Adorei ter participado escolhendo a trilha sonora, que refletiu o clima do bar no dia. Tá diversa, dançante, divertida, positiva e, claro, cheia de clássicos.

A lista completa do que tocou está aqui.

Em tempo: já repeti a playlist aqui em casa num dia de faxina e recomendo. Clima de festa cai bem sempre!

Toca aqui:

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Toca fitas na Casa Lúpulo – 30/09/2023

Toca fitas na Casa Lúpulo - 30/09/2023

No sábado passado, fiz a minha segunda playlist ao vivo na Casa Lúpulo, para os Ibejis dançarem.

O tema era uma festa em homenagem ao dia dos santos Cosme e Damião, representados na tradição Iorubá pelos Ibejis, orixás gêmeos, filhos de Iansã e Xangô que driblaram a morte com música.

A história deles tá contada com mais detalhes no post do Instagram da Casa Lúpulo que eu deixo aqui:

Queria fazer uma trilha sonora que fosse, ao mesmo tempo, tão laica e tão sincrética quanto eram as festas de Cosme e Damião de bairro de quando eu era pequeno, frequentadas pelos filhos de gente de religiões diversas – inclusive nenhuma – mas que, obviamente, não perdiam por nada aquela distribuição de doces.

Ao mesmo tempo, quis que representasse essa coisa mágica de vencer não só a morte, mas também qualquer coisa ruim com música, com alegria, com festa.

São 70 músicas numa playlist feita pra ouvir com o repeat ligado e que vai mudando de temas e ritmos no decorrer das suas mais de quatro horas de duração.

Quer ver a lista das músicas? Só clicar aqui.

Toca aqui:

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