Essa lista seria visual e praticamente autoexplicativa até se não tivesse capa.
Uma sensualidade com jeitão de pornochanchada*, vários solos de sax, um convite pra sentar no sofá e passar 1h30 numa mistura de estilos dos quais alguns nomes fui aprender – ou (re)lembrar que existiam – no Spotify: sophisti-pop, blue-eyed soul, quiet storm, yatch rock…
Os primeiros 45 minutos são mais “formais”: as três primeiras têm um quê de Frank Sinatra no FM, com uma crescida gradativa dessa “sensualidade de pornochanchada” ao mesmo tempo em que vai ficando mais lunar, enquanto o lado B escancara a trilha de motel, com clássicos indiscutíveis como “Sexual Healing”, “Slave To Love” e “Careless Whisper”.
Tem reprises de George Michael, Sade e Michael Jackson.
Em tempo: a foto da capa é uma reprodução da coletânea Hot Hits Manchete, de 1983. Não sei o nome da modelo porque eles não informaram na ficha técnica (!)
*ninguém perguntou, mas não custa reforçar que o termo “pornochanchada” aparece aqui pela estética, texto e cacoetes típicos da época que a maioria daqueles filmes retratava.




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